E é por esse contexto que encostei minha alegria no canto.
A ângustia corrompe o meu intimo e me entorpece ao ponto de não saber mais como agir.
Sinto-me num poço sem fim e ao contrário do dito popular, não tenho forças para direcionar meu olhar.
Cansei de ilusões.
Não quero mais essa ausência de "coisa nenhuma", nem essa presença do "nada". Quero me libertar do meu próprio cárcere E recomeçar outra vez.
Raissa Monteiro
Muito bom... =D
ResponderExcluirvocê precisa ser como Jabez, viu!
Novas fronteiras para você!